Mas ão foi o que aconteceu. Pelo visto, a França pós Platini adotou o padrão de vir à copa ou para chegar à final, ou para fazer fazer-nos rir. E essa parece que é a vez de rir.
O México possui o time mais leve da Copa. Já havia comentado sobre Vela e Giovanni, e agora coloco Hernandez nos destaques do time. Eles têm a melhor capacidade de contra ataque da Copa.
Começado o jogo, só o México atacou. O melhor comentário que li, que infelizmente não me lembro a fonte, foi que a França da a impressão que não gosta de futebol, e ta lá meio que obrigada. Não sei o que precisa para motivar este time. Bem, nesse cenário, o primeiro tempo acabou bem morno, de placar zerado.
Para a análise do segundo tempo, confesso que desta vez eu roubei e pedi ajuda a um amigo, Daniel Goldener. O jogo foi muito bom, merecia uma análise de quem tinha assistido com atenção, e como dei um atenção esporádica às imagens propriamente ditas da partida, aqui vai o comentário dele:
No segundo tempo, a França voltou igual. Não só em escalação, mas em inspiração.
A França é a versão mais pálida e sombria dos grandes times de 86 e 98, e até de 2006.
Chega a ser intrigante pensar, caso o Zidane estivesse em campo, se a situação seria muito diferente.
Mas este grupo está mais para 2002, quando foi eliminada sem marcar nenhum gol.
Enquanto a França agonizava, Aguirre jogou o time pra frente. Fez três substituições, a última aos 16min do 2o tempo.
Colocou sangue novo no time, e apostou na experiência de Blanco novamente.
O México chegava com mais perigo que a França.
Até que o Rafa Marquez lançou o jovem atacante Hernandez, que saiu do banco de reservas para fazer livre o 1o gol.
A combalida seleção francesa, que já estava mal, ficou pior. Não armava nenhuma jogada, nenhuma inteligência.
Começou a apelar pra violência, que culminou no pênalti infantil do jogador do Barcelona (Abidal).
O veterano Blanco cobrou mal, mas fez. E o México só administrou depois.
Justiça seja feita, talvez a Irlanda fizesse um papel muito melhor. Se a justiça tivesse sido feita...
E essa decepção francesa certamente foi a notícia do dia nas mídias sociais, mais até que a vitória portenha. Muitos comentários rodearam a velha expressão que ronda o futebol mexicano: "Jogamos como nunca, perdemos como sempre". PVC apontou essa expressão completando da maneira correta: "O México venceu como nunca tinha vencido" De fato, o México nunca tinha vencido a França na história.
Já Milton Neves quis colocar a culpa na mão de Henry.
Mas o mais curioso talvez seja o comentário no blog do jogador norte americano Jonathan Bornstein, comemorando os gols de Blanco e Hernandez pelo fato de eles serem ex jogaores da MLS, liga americana.
E a melhor de todas foi certamente o comentário do Raí, que está na França comentando jogos para uma tv francesa. Ele postou foto da capa do l'Equipe de hoje: Os Impostores
Cara, gosto muito desse time do México. Giovani dos Santos deveria ter tido mais chances no Barcelona. Espero que eles ainda cheguem longe.
ResponderExcluirMeu querido, caso lloro! So pra agregar mais um link que peguei do L'equipe.fr, ovviamente não podia deixar eli passar
ResponderExcluirhttp://www.facebook.com/#!/photo.php?pid=6306652&id=565755729
Abs!